sexta-feira, 2 de abril de 2010

Papel? Pra quê?

Num de meus "posts" comentei sobre o fim do papel. Hoje assisti a mais um capítulo dessa previsão "Nostradâmica" que fiz há uns bons anos atrás.

Há uma enorme competição, uma corrida mesmo, para novos lançamentos de um aparelho que funciona como os tradicionais livros, jornais e revistas no formato eletrônico. Esse aparelho já é até meio antiguinho. É como um "I-pod" da literatura. Kindle é o nome do primeiro e foi lançado pelo grupo Amazon. Hoje tem modelos da Sony e de outras marcas famosas. Um contrato foi fechado essa semana com o jornal "The New York Times" para vender a assinatura do jornal por um preço melhor. Detalhe: O Jornal é entregue eletronicamente via satelite assim que é fechado nesse aparelho Kindle. Haverá uma economia de papel muito grande, uma vez o Kindle já estar na cultura Americana há alguns anos e muitas pessoas o usam já substituindo livros e revistas.

O governador do estado da California, antenado nessa mudança, já fez um contrato para distribuição eletronica dos livros para a rede do ensino médio atraves desses aparelhos para "leitores". Ao invés de carregarem pessados livros todos os dias para a escola, os alunos terão um "tablet" que conterá todos os livros de todas as máterias e podendo fazer anotações nele. A diferença desses "tablets" é que a tecnologia da tela é diferente das de LCD que são brilhantes e ofuscam a vista cansando-a. A tecnologia usada permite ler até debaixo do sol forte. Há alguma resistencia ainda, pois muitos preferem "pegar" o livro e se apraziguam também com o tato, cheiro e formato dos mesmos. No entanto acredito que, conforme as gerações forem mudando, isso se tornará tão natural no futuro quanto escrever nesse blog agora.

Do nosso lado tupiniquim, nós implantamos o pagamento e geração eletronica de boletos bancários e isso significou em 2009 um avanço promissor da era digital no país. Este ano está chegando a nota fiscal eletronica em seu formato final. Foram alguns anos de teste e implantação piloto mas agora a coisa finalizou.

Na faculdade que estou cursando, o método de ensino é EaD (Ensino à Distancia), e não há necessidade de imprimir nada. Tudo é enviado eletronicamente. Imprime se quiser. Os trabalhos são enviados também via internet. Se compararmos com os metodos de ensino tradicional... esse é, além de pratico, ecologicamente saudável.

Imagina quanto papel já está sendo economizado mediante a tais avanços?

Fico por aqui. A proposito... esse texto não seria escrito se fosse ter que escreve-lo no papel... pra mim... papel e impressora... são tão do passado quanto fax e telefone fixo.

Ate+

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